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Mato Grosso do Sul

ALEMS: Juruva se torna ave símbolo da Mata Atlântica em Mato Grosso do Sul

Agora é lei: Juruva é ave símbolo da Mata Atlântica de MS

A Lei Estadual 6.563 de 2026 instituiu (30) a Juruva (Baryphthengus ruficapillus) como ave símbolo dos domínios da Mata Atlântica no Estado de MS. A nova norma foi publicada no Diário Oficial do Estado e é de autoria do deputado Renato Câmara (MDB).

O reconhecimento da Juruva como símbolo ambiental tem por objetivo, segundo a publicação, de:
I – valorizar a biodiversidade existente no Estado;
II – promover ações de educação ambiental voltadas à preservação da Mata Atlântica;
III – estimular pesquisas científicas e culturais sobre a fauna regional;
IV – incentivar a conscientização da população quanto à importância da conservação da espécie e de seu habitat natural.

Fica determinado que o Poder Executivo poderá adotar medidas complementares para a divulgação e a utilização do símbolo instituído por esta Lei, inclusive em campanhas educativas, materiais oficiais e eventos relacionados ao meio ambiente.

De acordo com o deputado Renato Câmara reconhecer a juruva como símbolo estadual fortalece o vínculo da população com o patrimônio natural sul-mato-grossense e contribui para a formação de uma cultura cidadã orientada à sustentabilidade.

“Nesse sentido a lei dialoga diretamente com os objetivos da Política Estadual de Educação Ambiental e promove a conscientização ecológica como instrumento de transformação social, caracterizando-se como um instrumento de conscientização e valorização simbólica”, explicou Renato Câmara.

A escolha da Juruva

Em primeiro lugar, a escolha da Juruva como símbolo reforça a identidade ecológica de Mato Grosso do Sul. Além disso, estimula parcerias entre governo e sociedade. Nesse sentido, ONGs e escolas podem ampliar ações de campo.

Enquanto isso, pesquisas sobre a espécie ganham prioridade. Por exemplo, monitoramento populacional revela ameaças ao habitat. Bem como, estudos genéticos ajudam na conservação de corredores ecológicos. Dessa forma, a Mata Atlântica se beneficia diretamente.

Por outro lado, o turismo sustentável surge como oportunidade. Afinal, visitantes atraídos pelo símbolo geram renda local. Ademais, roteiros educativos valorizam comunidades tradicionais. Sobretudo, isso equilibra preservação e desenvolvimento regional.

Em síntese, a lei abre portas para legislações correlatas. Igualmente, incentivos fiscais para reflorestamento atraem investidores. Enquanto isso, artistas locais criam obras inspiradas na ave. Por exemplo, murais e músicas fortalecem o orgulho cultural.

Por fim, a conscientização se expande além das fronteiras estaduais. Assim, MS lidera debates nacionais sobre biomas ameaçados. No entanto, monitoramento contínuo é essencial. Dessa maneira, a Juruva não só representa, mas inspira ações concretas pela biodiversidade futura.

Fonte: ALEMS

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